Mãe queima filho com panela de feijão

Uma mãe é acusada de ter queimado o seu próprio filho com uma panela quente contendo feijão manteiga que estava a cozer, no distrito fronteiriço de Milange. A referida mãe, diz que agiu assim porque o filho tinha o hábito de roubar caril, dai ter tomado esta decisão. Neste momento, a mãe queimadora encontra-se detido nas celas da Polícia da República de Moçambique.

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Mulumbo: Camião capota mas sem fazer vítimas

Um camião de carga capotou esta manhã na estrada que dá acesso ao distrito de Mulumbo na Zambézia, mas sem causar vítimas. Conforme as informações que obtivemos, o camião de carga estava em circulação naquela zona e como a estrada não está em condições, a mesma terá caído num precipício e como se vê na imagem, a esma ficou entalada. As mesmas informações que recebemos avançam que não houve vítimas humanas, mesmo em relação a viatura, os dados materiais não são avultados.

ACTUALIZAÇÃO: Tremor de terra deixa rastos de destruição

O tremor de terra que se fez sentir na manhã(10:40) desta quinta-feira(8), cujo o epicentro foi a partir de Nsange, 25 km do nordeste da província central da Zambézia, deixou um rasto de destruição naquela região do Malawi.

Imagens na posse do Diário da Zambézia mostram vias de acesso com fendas e ou mesmo destruídas, tudo por causa da intensidade do sismo que foi de 5.6 na escala de richter, conforme avançou o geólogo Grácio Cune, da Associação de Geológica e Mineira de Moçambique(AGMM), numa entrevista exclusiva que concedeu ao DZ. Ver postagem anterior. Do lado da Zambézia, onde o sismo foi sentido um pouco por toda província, não foram até agora registados danos humanos e nem materiais, mas as autoridades continuam a trabalhar para apurar mais elementos. Porém, algumas regiões da província da Zambézia, registaram por duas vezes este fenómeno, tendo a segunda ocorrido por volta das 12:40 minutos, mas que não consta dos registos.

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ACTUALIZAÇÃO-MILANGE: Sismo causa danos materiais e humanos

Os efeitos do sismo da magnitude 5.6 na escala de richter que se registou esta quinta-feira, 8 de Março, cujo o epicentro foi na zona de Nsange(Malawi) e que se fez sentir nas províncias da Zambézia e Tete, já começam a ser reportados. Depois dos rastos de destruição ocorridos na zona de Blantyre(ver actualizacao anterior), na província da Zambézia, concretamente no distrito de Milange(zona próxima ao Malawi), o governo local registou danos materiais e humanos, conforme explicou o administrador daquele distrito Mário Macanza em entrevista exclusiva concedida ao Diário da Zambézia. Ver abaixo.

De acordo com Macanza, os danos registados não são de grande monta, tendo explicado ele que por exemplo, uma sala de aulas da EPC Mugaua, ficou com rachas na parede e na mesma escola, um aluno da 5a classe viu seu braço fraturado, mas que rapidamente foi evacuado para o Hospital distrital. Já na escola secundária de Milange-sede, um aluno da 10a classe também fracturou braço enquanto que uma aluna ficou inconsciente, mas sem causar preocupação. Neste momento, o ambiente é tido como calmo, mas o administrador explicou que o tremor de terra foi sentido por duas vezes, pior ainda já que Milange tem nas proximidades o monte Tumbine, o ambiente ficou muito mais de preocupação temendo o pior.

Comunicado do INAMI induz a falsas informações

Um comunicado do Instituto Nacional de Minas(INAMI) emitido ontem depois do tremor de terra, induz ao erro a muitos leitores. No comunicado pode-se ver que por exemplo, o sismo aconteceu no Chire, distrito de Morrumbala, situação que é contrariada pelos mapas de vários satélites. E não só, no mesmo comunicado pode-se ver que o INAMI aponta danos na escola secundária Joaquim Maquival no distrito de Milange, coisa que não é verídica, conforme disse o próprio administrador distrital. Aliás, o Conselho Distrital da Juventude em Milange no seu grupo de “whatsap” veio também desmentir esta falsa informação emitida por um organismo do governo. Refira-se que o sismo desta quinta-feira, provocou pânico um pouco pela província da Zambézia.

OUVIR A ENTREVISTA COM O ADMINISTRADOR DE MILANGE

 

Milange: Edilidade canaliza água à Cadeia Civil

O Concelho Municipal da vila de Milange na Zambézia está investir cerca de um milhão de Meticais para o abastecimento de água potável a Cadeia Civil local e também aos munícipes da Unidade Residencial de Nanguo.

Segundo disse o edil daquela vila autárquica, Felisberto Nvua, primeiro o abastecimento de água a Cadeia Civil local surge na sequência de após a construção deste local onde se albergam reclusos, não ter sido prevista a questão de água e estando a Cadeia na autarquia, de acordo com Nvua, a edilidade viu-se na obrigação de dentro das suas possibilidades encontrar formas para dar água a população reclusória que se encontra encarcerada naquela Cadeia.

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