Morrumbala: Avaria de equipamento inviabiliza prova de vida

O distrito de Morrumbala na Zambézia, está há sensivelmente duas semanas sem realizar a prova de vida para os funcionários e Agentes do Estado (FAE), devido a avaria do equipamento informático que havia sido alocado para o efeito. Na sequência disso, os gestores daquele distrito socorrem-se nos distritos de Quelimane e Mopeia na província, Mutarara na província de Tete e Caia em Sofala, para realizar a prova de vida, com vista a garantir maior controlo e actualização dos seus dados, nos sistemas de cadastro dos Funcionários e Agentes do Estado.

Alguns funcionários interpelados na semana finda pelo Diário da Zambézia, que não quiseram dar cara por temer represálias, contaram que a situação vem se arrastando desde a primeira quinzena deste mês que termina hoje, e, de lá para cá, não há informação sobre a concertação do equipamento em causa. Por outro lado, os nossos interlocutores foram mais longe ao afirmar que esta situação faz gastar muitos recursos financeiros e esforços físicos, visto que são obrigados a deslocar para distrito circunvizinhos para fazer prova de vida, sabido que este processo é obrigatório.

Partilhe nas Redes Sociais

Submit to DiggSubmit to FacebookSubmit to Google PlusSubmit to StumbleuponSubmit to TwitterSubmit to LinkedIn

O distrito de Morrumbala na Zambézia, está há sensivelmente duas semanas sem realizar a prova de vida para os funcionários e Agentes do Estado (FAE), devido a avaria do equipamento informático que havia sido alocado para o efeito. Na sequência disso, os gestores daquele distrito socorrem-se nos distritos de Quelimane e Mopeia na província, Mutarara na província de Tete e Caia em Sofala, para realizar a prova de vida, com vista a garantir maior controlo e actualização dos seus dados, nos sistemas de cadastro dos Funcionários e Agentes do Estado.

Alguns funcionários interpelados na semana finda pelo Diário da Zambézia, que não quiseram dar cara por temer represálias, contaram que a situação vem se arrastando desde a primeira quinzena deste mês que termina hoje, e, de lá para cá, não há informação sobre a concertação do equipamento em causa. Por outro lado, os nossos interlocutores foram mais longe ao afirmar que esta situação faz gastar muitos recursos financeiros e esforços físicos, visto que são obrigados a deslocar para distrito circunvizinhos para fazer prova de vida, sabido que este processo é obrigatório.