24 horas depois do naufrágio no Chipaca: Não há meio para salvamento

Passam 24 horas após o naufrágio registado na ponte sobre o rio Chipaca que liga a localidade da Madal a cidade de Quelimane onde até então são dadas como desaparecidas 4 pessoas das 17 que estavam numa pequena embarcação. Ontem, logo após o sinistro marítimo, as autoridades haviam garantido que esforços estão sendo feitos para que as quatro pessoas desaparecidas sejam resgatadas, mas entretanto, faltam meios, neste caso embarcações para resgate.

Nem a Polícia Marítima, muito menos as autoridades do INAMAR mostram-se capazes de ir em busca dos desaparecidos, sinal de que a vida humana não conta para o governo. Na manhã desta sexta-feira, o Diário da Zambézia contactou uma fonte da Polícia Marítima para saber se havia algum sinal em termos de meios, a resposta foi negativa. “Ainda não conseguimos nada”- disse a fonte. Mas entretanto, os dirigentes desta província vão passeando pelos distritos com meios materiais.

Refira-se que há um ano, por estas alturas também registou-se um naufrágio no mesmo local o que fez com que o Conselho Municipal de Quelimane decretasse luto que culminou com o adiamento do Carnaval.

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