Partos à cesariana assustam parturientes

As parturientes que deram entrada na semana finda nos serviços de Maternidade do Hospital Geral de Quelimane (HGQ), acusam a entidade de estar a tomar decisões compulsivas para partos cesarianas e queixam-se que o cenário tende a gravar-se cada vez mais com frequência.

Segundo contaram ao Diário da Zambézia em jeito de denúncia, só neste final de semana deram entrada na Maternidade do HGQ, um número superior de 5 mulheres com idades compreendidas entre 20 aos 36 anos e deste número, quase todas foram submetidas ao bloco operatório para partos cesarianas. Sem avançar nomes, as parturientes contam que não sabem o que está acontecer naquele centro hospitalar, pois durante as consultas pré- natais e não só, tudo decorreu nos conformes, entretanto, para depois terem a notícia de que serão submetidas ao parto cesariana, facto que mete medo nas mulheres por se tratar de uma situação delicada.

Entretanto, as pacientes disseram que este fenómeno não é novo, porque segundo elas, este cenário já vem acontecendo desde que os médicos de origem asiática começaram actuar nesta área.

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As parturientes que deram entrada na semana finda nos serviços de Maternidade do Hospital Geral de Quelimane (HGQ), acusam a entidade de estar a tomar decisões compulsivas para partos cesarianas e queixam-se que o cenário tende a gravar-se cada vez mais com frequência.

Segundo contaram ao Diário da Zambézia em jeito de denúncia, só neste final de semana deram entrada na Maternidade do HGQ, um número superior de 5 mulheres com idades compreendidas entre 20 aos 36 anos e deste número, quase todas foram submetidas ao bloco operatório para partos cesarianas. Sem avançar nomes, as parturientes contam que não sabem o que está acontecer naquele centro hospitalar, pois durante as consultas pré- natais e não só, tudo decorreu nos conformes, entretanto, para depois terem a notícia de que serão submetidas ao parto cesariana, facto que mete medo nas mulheres por se tratar de uma situação delicada.

Entretanto, as pacientes disseram que este fenómeno não é novo, porque segundo elas, este cenário já vem acontecendo desde que os médicos de origem asiática começaram actuar nesta área.

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