Mulher tenta matar esposo porque não deu capulana

Uma senhora que aparenta ter 30 anos de idade encontra-se a ver o sol aos quadradinhos na 3a Esquadra da Polícia da República de Moçambique na Zambézia, acusada de ter tentado tirar a vida do seu próprio esposo por meios de catana supostamente por motivos passionais.

Trata-se de Beatriz Luís, que no dia em que a mulher celebrava o seu dia, ela foi a protagonista de um acto criminoso ao tentar tirar a vida ao próprio esposo, pelo facto deste não ter comprado uma capulana para ela.

Tudo teria acontecido quando a vítima, nesse caso seu esposo, regressara a casa por volta das 23h00 e por desconfiança na relação, o casal teria brigado acabando por gerar agressões físicas entre ambos, e que de seguida a mulher teria desferido golpes no seu marido na parte das costelas, ombros e órgãos genitais, tudo em repúdio a chegada tardia do seu cônjuge.

Neste momento, a vítima encontra-se a receber cuidados médicos numa das Unidades Sanitárias da urbe e a infractora encontra-se sob custódia policial, enquanto aguarda pelo processo-crime que está em curso com vista a responsabilizá-la.

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Uma senhora que aparenta ter 30 anos de idade encontra-se a ver o sol aos quadradinhos na 3a Esquadra da Polícia da República de Moçambique na Zambézia, acusada de ter tentado tirar a vida do seu próprio esposo por meios de catana supostamente por motivos passionais.

Trata-se de Beatriz Luís, que no dia em que a mulher celebrava o seu dia, ela foi a protagonista de um acto criminoso ao tentar tirar a vida ao próprio esposo, pelo facto deste não ter comprado uma capulana para ela.

Tudo teria acontecido quando a vítima, nesse caso seu esposo, regressara a casa por volta das 23h00 e por desconfiança na relação, o casal teria brigado acabando por gerar agressões físicas entre ambos, e que de seguida a mulher teria desferido golpes no seu marido na parte das costelas, ombros e órgãos genitais, tudo em repúdio a chegada tardia do seu cônjuge.

Neste momento, a vítima encontra-se a receber cuidados médicos numa das Unidades Sanitárias da urbe e a infractora encontra-se sob custódia policial, enquanto aguarda pelo processo-crime que está em curso com vista a responsabilizá-la.